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Faleceu na tarde desta segunda-feira o publicitário Edmir Gadelha Júnior, 58, o Edmizinho como era carinhosamente conhecido pelos amigos

04/10/2021 18h34 Atualizada há 3 semanas
Por: Redação Fonte: Acreaovivo.com
Edmir Gadelha Júnior, 58, estava internado na Fundação Hospitalar. Foto: arquivo pessoal.
Edmir Gadelha Júnior, 58, estava internado na Fundação Hospitalar. Foto: arquivo pessoal.

Falecimento
Faleceu na tarde desta segunda-feira o publicitário Edmir Gadelha Júnior, 58, o Edmizinho como era carinhosamente conhecido pelos amigos. Se especializou em computação e animação gráfica, sendo responsável pela abertura de vários programas de TV e logomarcas de renomadas empresas do Acre. Edmir era sócio da DIANA Agência de Comunicação e estava internado na Fundação Hospitalar e não resistiu à falência múltiplas dos órgãos. Nossos pêsames aos amigos e familiares.

Sem sinal
Os aplicativos do WhatsApp, Facebook e Instagram ficaram fora do ar globalmente por horas desde as 11 da manhã no Acre. Ninguém conseguia enviar mensagens no WhatsApp ou carregar novos posts no Instagram e Facebook.

Fragmentados
O desespero de muita gente, em razão da falta dos aplicativos por apenas algumas horas é um reflexo da sociedade fragmentada em que vivemos, na qual estamos o tempo todo conectados com tudo e, ao mesmo tempo, desconectados de nós mesmos.

Jogo da morte 
Depois do que seria o primeiro tempo da pandemia, e de um avanço tímido do programa de vacinação, o que se observa, no Brasil, enquanto não acontece o prosseguimento desse jogo da morte, é o que muitos previam: aumentos significativos tanto nos preços dos combustíveis quanto dos produtos da cesta básica e das tarifas de energia elétrica.

Encolhimento
O que se tem é o encolhimento de nichos inteiros do pequeno comércio varejista, tragado pela pandemia, que fez desaparecer também boa parte do chamado terceiro setor, formado por prestação de serviços de toda a ordem.

Crise hídrica
Tudo isso embalado por uma crise hídrica jamais vista, tendo ainda como pano de fundo, o aumento da pobreza, dos desmatamentos e da violência urbana. São problemas de sobra, e tá difícil até mesmo para o mais fanático dos otimistas.

Cesta básica
Uma visita aos supermercados pode dar uma noção resumida do que acontece. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o custo médio da cesta básica aumentou muito acima da inflação. Nem o comércio consegue dar conta da oscilação esquizofrênica dos preços, quando se notam diferenças de preços do mesmo produto da ordem de mais de 500% de um local para outro.

Sopa
Um pais que se diz orgulhoso de ser o maior produtor mundial de carne bovina, aves e suínos, não faz sentido observar famílias inteiras, nos centros de atacados e de distribuição de alimentos, recolhendo ossos para levar para casa para fazer sopa.

Petrobras
E a estatal Petrobras, que vende o gás de cozinha a preços tão altos e inacessíveis ao pequeno consumidor? E como prêmio de consolação o investimento em R$ 300 milhões em programas de subsídio para criar o vale-gás.

Vale mais
Vale-gás, vale-refeição, vale-transporte e outros vales. Mas o cidadão mesmo, pouco vale. Entre oferecer cidadania na forma de educação de qualidade, saúde e segurança e conceder vales diversos, amarrando a população a políticas populistas, o que vale mais até as próximas eleições? A classe política nunca esteve tão desmoralizada. Por suas próprias ações. Uma verdadeira vergonha.

Exauridas
Parece que as terras estão mesmo exauridas de tanta degradação. Basta ver as gigantescas nuvens de poeira que chegaram para engolir cidades como alerta máximo ao desrespeito continuado do solo por plantações extensivas, pastos e garimpos em várias regiões do Brasil.

Arte salva
Mas ainda bem que temos as crianças, as flores, a arte . A volta do teatro é um precioso “capital” cultural que Rio Branco tem. E depois de um ano sem nada na área cultural, com a presença de público, é muito bom saber que o Acre tem sim bons profissionais nessa área. Um deles, o ator César Junior estreou o monólogo “Dona Helena”  em duas noites somente para convidados e imprensa.

Libertador
César encena um monólogo autobiográfico, mas a  poesia do espetáculo não se restringe ao texto. Há mérito na encenação, pois por meio da sutileza, acontece a mágica. O público parece que se vê ali. E é libertador e comovente.

Temas delicados
Corajoso, o ator aborda temas delicados como suicídio, ansiedade, depressão, homosexualidade e outros! O monólogo é perfeito para instituições ou empresas interessadas em debater temas tão necessários nesses tempos. Um ótimo investimento.

Setor retomando
O apoio a esse importante segmento é muito importante. O mercado de eventos de entretenimento e negócios começa a retomar a aos poucos com a presença de público e espera acelerar a atividade nos próximos meses, com o avanço da vacinação e de autorizações do poder público. Um dos primeiros a parar na pandemia, o setor é agora um dos últimos a iniciar a recuperação.

Desserviço
Ainda reverbera o depoimento do empresário Oscar Fakhouri à CPI da Covid. Ele fez um desserviço fazendo uma verdadeira pregação contra a vacina e as medidas de proteção, durante a pandemia. A homofobia do empresário foi exposta e o nível dos ataques contra o senador Fabiano Contarato, surpreendeu. Que é isso excelência!

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