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AlFeNiM CoM RaPaDuRa | Expectativa do poeta

As minhas mãos ainda estão cheias de sonhos e esperanças

20/04/2021 09h42
Por: Redação Fonte: Acreaovivo.com
AlFeNiM CoM RaPaDuRa | Expectativa do poeta

Por Mauro Modesto

 O Brasil pede socorro

A ressaca da politicagem já deveria ter passado. Mas, não. Todos os dias somos surpreendidos com escândalos e conchavos de políticos corruptos.

Chega de politicagem e de maus exemplos. É necessário que lutemos por um Brasil novo, digno e progressista. Precisamos de políticos que não coloquem seus interesses acima dos deveres para com o povo que os elegeu. O Brasil precisa acordar, o político precisa mudar!

E, ao Poder Judiciário, “cabe a garantia dos direitos individuais, coletivos e sociais e resolver conflitos entre cidadãos, entidades e Estado. Para isso, tem autonomia administrativa e financeira garantidas pela Constituição Federal”.

O brasileiro tem que deixar de torcer pelas cores partidárias, como se torce, com cega paixão e fanatismo, por um time de futebol.

 Poeira da lua

Minha saudade é aragem que passa cantarolando melodias de amor, de bem querer. E você é chuva que cai trazendo a poeira da lua, enfeitando minhas oferendas!

 Acreanês

Quando eu era menino, na minha Sena Madureira, o povo usava, com frequência, os termos populares existentes na época.

Exemplos: Vou ao mercado comprar jenipapo, mariola, estrato, jatobá, pupunha, mapará, graviola.

Vou ali e volto já. Aproveito para comprar bilha para colocar água de beber, uma frasqueira, remédio para dor nos quartos, peneira, lamparina, cumbuca, um bom tempero e, na surdina, adquirir um “remédio” para matar pixilinga.

Nessa saidinha, encontrava o marreteiro, o Zé meleca, o vendedor de pirulito, o menino zangado e o José Miranda, que só comprava arroz pilado.

De quando em vez, minha mãe, dizia: “meu filho, veja se tem água no pote, se o mosqueteiro tá rasgado, verifique se tem ovos na cestinha pra fazer um mujanguê, para esse menino levado!

E não saia na chuva, para não ficar constipado”.

 Sai de mim tristeza

A tristeza e o desencanto que pesavam sobre meus ombros empurrei-os de ladeira abaixo, mas tive o cuidado de guardar o som da minha harpa, o bom vinho, minhas tardes e noites de esperanças. Também, não esqueci de armazenar uma dose muito bem medida do encantamento que me obriga a não esquecer de você.

Expectativa do poeta

Com mais uma noite de neblina, com a pandemia remexendo minha essência e com a falta de brasilidade de uns que torcem a favor da derrocada do meu país, saibam, que minhas mãos ainda estão cheias de sonhos e esperanças.

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