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MPAC participa de reunião sobre defesa do patrimônio histórico e cultural de Brasileia

O encontro teve como intuito apresentar ao MPAC as articulações realizadas por aquela Secretaria, além de tratar sobre a edição da legislação municipal para defesa do patrimônio histórico e cultural de Brasileia

19/03/2021 08h39
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Por: Denis Henrique Fonte: MPAC
MPAC participa de reunião sobre defesa do patrimônio histórico e cultural de Brasileia

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop/Maphu), participou de uma reunião, na última sexta-feira (12), com a Secretaria de Cultura e Turismo de Brasileia e Fundação Elias Mansour (FEM).

O encontro teve como intuito apresentar ao MPAC as articulações realizadas por aquela Secretaria, além de tratar sobre a edição da legislação municipal para defesa do patrimônio histórico e cultural de Brasileia. Atualmente, o Município não tem nenhuma lei que trate sobre o tema, embora seja uma cidade de referência histórica na construção da Região do Alto Acre.

Participaram da reunião, realizada por meio de videoconferência, a coordenadora do Caop/Maphu, procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira Lima, o Secretário de Cultura e Turismo do Município de Brasileia, Ieve Terranova, o Diretor de Políticas Culturais da FEM, Diego Negreiros, além de servidores do MPAC.

Na oportunidade, foi exposta a retomada nas discussões entre o Município, FEM e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) sobre os bens e valores históricos, culturais e turísticos de Brasileia.

A reunião abordou a necessidade de proteção de edificações históricas no Município – atualmente apenas a Casa Wilson Pinheiro encontra-se em processo de tombamento –, e a construção de um marco legal com um panorama dos bens a serem tombados, assim como um diagnostico a respeito de sua situação.

A coordenadora do Caop/Maphu enalteceu a preocupação com o tema e reforçou a importância da preservação dos bens de valor histórico e cultural do município.

“Além de tudo, eles têm um valor turístico muito grande e, fomentando o turismo ecológico e histórico, se constitui em uma atividade sustentável. Essa atividade gera renda, novos postos de serviço e o incremento do comércio local, através do turismo ecológico e histórico, que propicia o desenvolvimento por meio de ‘dinheiro limpo’, sem acarretar poluição e degradação do meio ambiente”, frisou.

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