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Justiça atende comunidades ribeirinhas de Mâncio Lima com Projeto MOAbilidade

Idealizado pela juíza titular da Comarca de Mâncio Lima, a ação levou atendimentos jurídicos e serviços de assistência social e saúde para população na comunidade São Salvador, no Rio Moa, entre os dias 19 e 21 de março

01/04/2024 às 10h34
Por: Denis Henrique Fonte: TJAC
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Justiça atende comunidades ribeirinhas de Mâncio Lima com Projeto MOAbilidade

Entre os dias 19 a 21 de março, o Poder Judiciário atendeu famílias das comunidades ribeirinhas de Mâncio Lima. A ação de cidadania faz parte do Projeto MOAbilidade e também ofereceu os serviços de assistência social e saúde para pessoas que moravam na região da comunidade São Salvador, no Rio Moa.

Idealizado pela juíza de Direito Gláucia Gomes, titular da Comarca de Mâncio Lima, o Projeto teve apoio do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Defensoria Pública estadual (DPE/AC), da Prefeitura por meio das secretárias de Saúde e Assistência Social.

Para a magistrada a iniciativa aproxima a Justiça da população e garante direitos a quem precisa. “O sentimento é de realização de um sonho, porque desde quando eu pensava em ser juíza eu tinha a concepção de que o juiz tem que estar perto do cidadão, junto da comunidade para conhecer a realidade e conviver com estas pessoas no seu local de vida. O ser humano é social, ele precisa se relacionar com as pessoas, interagir e saber ouvir o outro. Este projeto para mim é quebra de tabu, pois, mostra que é possível falar com um juiz, é possível sim o juiz vir a comunidade ribeirinha, fazer audiências, atender ao público em parceria com o Ministério Público e a Defensoria Pública e, a parceria com a Prefeitura de Mâncio Lima, Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria Municipal de Assistência Social é fundamental para o sucesso deste projeto”, disse a juíza.

Conforme explicou a magistrada além de cidadania a ação também cumpre preceitos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para promover conciliação e realizar atendimentos itinerantes. “Este é o primeiro projeto social itinerante com base nas metas do CNJ, com solução jurídica, pacificação social, conciliação e com a sentença final e não ficar presa ao gabinete, entender a realidade e estar próximo da população”, concluiu.

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